segunda-feira, 15 de abril de 2013

DESVIO




A pesquisa de linguagem do espetáculo "Desvio" é permeado pelo estudo do corpo na contemporaneidade, baseando-se na Biopolítica e na perspectiva crítica circunscrita em seu conceito de “corpo sobrevivente”[1]. Como elemento transversal da presente pesquisa foi eleita a série “As Bonecas” do artista alemão Hans Bellmer e como linguagem cênica o estudo em teatro-performativo.
Dessa maneira, através de um trabalho autobiográfico, a escrita cênica se constrói a partir da presença dos atores em diálogo com material audiovisual que guiam a ação cênica, visando a desconstrução do corpo em decorrência dos degastes sociais





Os mecanismos diversos pelos quais se exercem esses poderes são anônimos, esparramados, flexíveis. O próprio poder se tornou pósmoderno. Isto é, ondulante, acentrado (sem centro), em rede, reticulado, molecular. Com isso, o poder, nessa sua forma mais molecular, incide diretamente sobre as nossas maneiras de perceber, de sentir, de amar, de pensar, até mesmo de criar. (PELBART)
                                                      


                                                        Assista aqui o release




[1] Esses estudos são baseados nas pesquisas do filósofo Michel Foucault e do filósofo Peter Pál Pelbart. 

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